CERAMISTA DA VEZ www.ceramicanorio.com
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CLAUDIA
EUGENIA |
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"Currículum
vitae" no final.
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Claudia
Eugenia Matarazzo
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Claudia
Eugenia Matarazzo Paperclay
sobre tela.
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Claudia
Eugenia Matarazzo |
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Claudia Eugenia Matarazzo Paperclay
sobre tela.
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Claudia
Eugenia Matarazzo |
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Claudia
Eugenia Matarazzo Hat. |
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Claudia
Eugenia Matarazzo |
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Claudia Eugenia Matarazzo Terracota-técnica
maiólica. |
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Claudia
Eugenia Matarazzo Terracota-técnica maiólica. |
Fotos: Igor Felipe Gonçalves de Abreu
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Contato:
Avenida
Rainha Elizabeth 559/401
Ipanema
Rio de Janeiro-RJ
CEP: 22081-030
Tel: 0xx21 2521 7035
Email: cemjmm@uol.com.br
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CLAUDIA EUGENIA MATARAZZO
Carioca, educada em São Paulo,
professora. Desde pequena começa
a se interessar pela cerâmica, ao visitar museus no Brasil e no exterior em
viagens com a sua família. O
primeiro curso básico acontece em São Paulo, na Associação Paulista de
Belas Artes, quando ainda cursava o ginásio, e depois faz o curso de aquarela
e história da arte na FAAP Fundação Armando Álvares Penteado, também em São
Paulo.
De mudança com a família, para o Rio
de Janeiro, termina os estudos mas sem deixar a cerâmica de lado.
A partir de 1979 decide se aprofundar nos estudos da arte cerâmica de
maneira auto - didata num processo que continua até hoje.
No início fez peças utilitárias únicas, usando as técnicas de
modelagem manual, decorando com esmaltes comerciais, depois sente necessidade
de alterar as cores e conseguiu tonalidades diferentes com as misturas desses
esmaltes. Mais tarde passa a fazer objetos decorativos e pequenos painéis
exclusivos e pesquisa as matérias primas, passando a formular os próprios
esmaltes para baixa e média temperatura.
Fez cursos de Aquarela com Alberto Kaplan,
e de Joalheria em Prata e Esmaltação em metal com Caio Mourão.
Desde 1991 dedica-se exclusivamente ao
seu atelier em Ipanema, onde dá aulas, organiza workshops e cria objetos
exclusivos em cerâmica e adornos em metal esmaltado, além de participar de exposições coletivas organizadas pela ACE-RIO
Associação dos Ceramistas do Rio de Janeiro, no espaço BNDES, Museu Histórico
Nacional, Museu do Açude, Solar Grandjean de Montigny, Jardim Botânico,
Museu de Ciências da Terra, e IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil.
Apresentou seus trabalhos em
individuais na Sala Djanira Galeria de Arte da FESP, Espaço Cultural da
AMAERJ no Fórum do Rio de Janeiro, e por duas vezes nas Arcadas Stella
Marinho na Casa de Cultura Laura Alvim.
Em 1999 passa a pesquisar e testar a
massa de paperclay (cerâmica
papel), criando objetos decorativos, painéis e telas com o uso desse
material revolucionário, considerado internacionalmente como a argila da
segunda geração. As telas
nas exposições individuais na Casa de Cultura Laura Alvim causaram impacto
pela criatividade, originalidade e ousadia.
Teve fotos de peças publicadas na
revista americana Ceramics Monthly, que há 50 anos se dedica exclusivamente
à arte ceramica.
Possui trabalhos fazendo parte dos
projetos:
- The Chapel of Art – The International Potter’s Path
(Capela das Artes – Caminho Internacional da Cerâmica), em
Criccieth, no Pais de Gales, com a participação de mais de 4.000 ceramistas
internacionais, e
- Do Mural “Placa de
Artistas”, apoiado pela Prefeitura Municipal de Paso de los Libres
na Argentina e pela Secretaria de Cultura e a Presidência da VI Feira
do Livro e da Cultura do Mercosul, erguido na fronteira entre Paso de los
Libres na Argentina e Uruguaiana no Brasil, com a participação de 460
ceramistas internacionais.
Organiza e ministra workshops de
paperclay, terra sigillata e pasta egípcia e já apresentou essas técnicas a
dezenas de outros ceramistas.
Ultimamente cria painéis e telas
usando exclusivamente o paperclay, técnica criada nos anos 70 na Europa e
desenvolvida nos anos 90 na Europa e Estados Unidos.
Adora trabalhar com a massa que considera versátil e revolucionária,
pois além de criar texturas diferentes, proporciona um resultado com maior
leveza se comparado com o uso da argila enquanto material básico, sem
comprometer a sua resistência e nem alterar o visual e acabamento. Mistura
massas coloridas como terracota, preta e faiança, colore argilas brancas,
decora com esmaltes, engobes e terra sigillata , que resultam em um trabalho
dinâmico, original e criativo, que reforça a idéia de que a cerâmica pode
transmitir muito mais emoção.
“Não acredito em tendências e sim na criação livre, quando as formas vão aparecendo durante o processo, e a argila se transforma, dando vazão às emoções, criando-se assim um estilo, sem compromissos com modismos, apenas com a beleza”.
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